E eu que prometi a mim mesma não sentir a dor da partida outra vez, não pude te segurar a mim. Agora sei, que o certo mesmo é ser livre, estar livre e deixar livre. Se lhe parecer bom que bata asas ao meu lado
Cettus.
Florei o amor dEle, flore todo o seu amor! Ele és o jardineiro do amor, que de flor em flor nos amou de tal maneira que se fez carne, e fez a mais linda demostração de cuidado e carinho.
Cettus, para o Rei.
Com a sorte que eu tenho, é bem capaz de você me fazer todo esse bem e me deixar logo depois. Só pra relembrar a dor da perda.
Cettus.
Sempre fui uma alma sentida, mas nunca fui de sentir. Pra mim essa de sentir era uma tremendo vacilo, em que me partiria em pedaços, e assim foi. Fui partida, em varias versões de mim ao ponto de não saber mas que fui um dia. Agora diga-me, o sentir vem sempre antes das partidas? será sempre assim? terei que conviver com essa ideia de ser sempre uma partida.
Cettus.
— Se precisar de um amigo eu to aqui, você sabe né?
— Sei sim, pode deixar que vou te atormentar sempre com meus devaneios.
Cettus.
Somos o casal “fofinho” da turma e ninguém entende a nossa sintonia, nossa cumplicidade muito menos nosso amor de ioiô. Que vai e volta sem ninguém sair do lugar.
Cettus.
É impossível te tirar da mente depois de ter me ganhado com aquele abraço tímido e surpreso, que você me deu na primeira vez que nos vimos, ali pude perceber que existem vidas passadas. Nós sempre fomos um do outro fugindo disso ou não nós nos pertencemos, e seremos um do outo em outras vidas, de um jeito ou de outro nós nos encontraremos novamente.
Cettus.
Tenho gostos duvidosos, um deles foi você. O melhor e pior ao mesmo tempo.
Cettus.
Talvez a razão seja essa, esse vazio cheio de “e se, talvez.”
Cettus.
Solitários mas juntos.
Juntos pro mundo, sozinhos no mundo.
Dois corpos usando o mesmo espaço, juntinhos no vácuo onde o único som que se propaga lá são suas respirações.
Cettus, Gleice Lima.